Grupo: Hugo Nogueira,  Paula Araújo, Rogério Ribeiro, Tayná Marques, Ulisses Alves e Verônica Christófaro.



Grupo: Hugo Nogueira, Paula Araújo, Rogério Ribeiro, Tayná Marques, Ulisses Alves e Verônica Christófaro.

Grupo: Hugo Nogueira,  Paula Araújo, Rogério Ribeiro, Tayná Marques, Ulisses Alves e Verônica Christófaro.








Grupo: Hugo Nogueira, Paula Araújo, Rogério Ribeiro, Tayná Marques, Ulisses Alves e Verônica Christófaro.

    A produção se deu na sala Dona Lourdes. Optamos pela utilização de placas de OSB como material principal para a estrutura e suportes, p...

    A produção se deu na sala Dona Lourdes. Optamos pela utilização de placas de OSB como material principal para a estrutura e suportes, porém também foram aproveitados retalhos de outros tipos de compensado encontrados pelo grupo. Após serem demarcadas as formas desejadas, as placas foram então cortadas com o auxílio de serras, enquanto furos e rasgos foram feitos para a função de encaixe. Terminada essa etapa, todo o material foi lixado.
    As articulações se deram por meio de um conjunto de parafusos com borboletas, porcas e arruelas. Além da função estrutural, tal estratégia também foi adotada para auxiliar na adição dos suportes. Tais suportes eram constituídos de tiras de madeira que poderiam servir como prateleiras ou painéis, por exemplo. Além destas, também foram criados suportes suspensos e assentos, compondo a estrutura a auxiliando na interação com o material exposto.







Grupo: Hugo Nogueira, Paula Araújo, Rogério Ribeiro, Tayná Marques, Ulisses Alves e Verônica Christófaro.

    Com o término do semestre letivo, ocorre a exposição dos trabalhos de conclusão de curso dos formandos de arquitetura e urbanismo, gera...

    Com o término do semestre letivo, ocorre a exposição dos trabalhos de conclusão de curso dos formandos de arquitetura e urbanismo, geralmente com banners sendo exibidos nos corredores da Escola de Arquitetura. Com a proposta de integração entre os alunos do 1º e 10º períodos, o objetivo da intervenção foi então a criação de estruturas que tornassem a exposição dos trabalhos mais dinâmica e interativa.
    Para nosso grupo, deveríamos criar uma interface que abrigasse o trabalho das alunas Aline Furtado e Isabela Izidoro. Para isso deveríamos adaptar a estrutura à algumas demandas. Devido à natureza do trabalho das formandas, a exposição consistiria não de banners, mas de formatos como panfletos, jogos, cartazes e objetos. Como também haveriam exposições em outras localidades, não só na Escola de Arquitetura, a interface deveria também ser itinerante, e portanto fácil de ser transportada.
    Nossa ideia foi a criação de uma estrutura composta de semi-arcos articulados, podendo ser desmontados para facilitar o transporte. Cada peça possui também uma quantidade de encaixes, possibilitando a junção de semi-arcos formando ambientes e espacialidades diversas e a adição de suportes como prateleiras e telas para auxiliar na exibição do projeto.




Grupo: Hugo Nogueira, Paula Araújo, Rogério Ribeiro, Tayná Marques, Ulisses Alves e Verônica Christófaro.







Caderno Técnico (Arquivo de Impressão) Caderno Técnico (Lado A) Caderno Técnico (Lado B)

Caderno Técnico (Arquivo de Impressão)



Caderno Técnico (Lado A)



Caderno Técnico (Lado B)

    Chegando na parte digital do processo de criação, utilizei o programa Adobe InDesign para todo a montagem. Optei por um caderno com um ...

    Chegando na parte digital do processo de criação, utilizei o programa Adobe InDesign para todo a montagem. Optei por um caderno com um total de 24 páginas, e como cada uma delas corresponde à um fração de círculo, cada página possuía então 15º de abertura. Além disso, cada página foi criada com 11cm de altura, formando consequentemente um caderno com 1 metro de diâmetro quando aberto totalmente.
    Optei por utilizar os dois lados do caderno de maneiras distintas. Num dos lados, coloquei todo o conteúdo referente ao processo de criação do objeto interativo, como a idealização, instruções de montagem, críticas, fotos e desenho. Para este lado, optei por um fundo em degradê radial e uso de tonalidades leves como cinza e bege, utilizando cores fortes somente nas imagens inseridas. As fotos se deram em molduras circulares com com tiras, entrando em diálogo com o formato do caderno  e deixando as mídias mais
    Já para o outro lado do caderno, o qual utilizei como capa, optei por adicionar em cada página uma palavra ou sensação relacionada ao objeto interativo e seu processo de criação. O design  deste foi inspirado no álbum "Pure Heroine" da artista Lorde, contendo um fundo em degradê radial, explorando algumas tonalidades de cinza, e seu o conteúdo em fonte Futura de cor acinzentada/prateada.




    A rede de implicações se deu através do exercício de imersão no espaço, na qual procuramos identificar quais as sensações mai...


    A rede de implicações se deu através do exercício de imersão no espaço, na qual procuramos identificar quais as sensações mais marcantes que o espaço transmitia. Posteriormente, buscamos encontrar dois elementos que poderiam ser os causadores de cada uma das sensações encontradas e dois eventos que estas possibilitavam.
    A rede acima, porém, encontra-se em estágio inicial. Devido à imprevistos ocorridos, não foi mais possível utilizar do espaço escolhido para a intervenção. Portanto, a rede não foi aprimorada e o grupo adiantou-se, então, à fase de projetos.


Grupo: Hugo Nogueira, Paula Araújo, Rogério Ribeiro, Tayná Marques, Ulisses Alves e Verônica Christófaro.

Obs: Devido à perda do espaço da intervenção, foi permitido que o grupo pulasse a etapa do SketchUp em grupo e se adiantasse à fase de ...



Obs: Devido à perda do espaço da intervenção, foi permitido que o grupo pulasse a etapa do SketchUp em grupo e se adiantasse à fase de projeto e criação.

    Durante o processo de criação do caderno técnico, tentei ao máximo fugir do formato de caderno convencional e procurar opções alternati...

    Durante o processo de criação do caderno técnico, tentei ao máximo fugir do formato de caderno convencional e procurar opções alternativas e ao mesmo tempo interessantes para transmitir o conteúdo necessário.
    Optei por um caderno sanfonado com páginas em formato de fração de círculo. Deste modo, quando fechado ele se encontra num formato compacto, porém quando aberto ele forma a figura de um círculo, de escala muito maior que a da página individual, além de proporcionar diversas formas de leitura.



    Vídeo da performance apresentada no dia 30/05/2016, com a proposta de apropriação do espaço escolhido para a intervenção. Grupo: H...


    Vídeo da performance apresentada no dia 30/05/2016, com a proposta de apropriação do espaço escolhido para a intervenção.

Grupo: Hugo Nogueira, Paula Araújo, Rogério Ribeiro, Tayná Marques, Ulisses Alves e Verônica Christófaro.

    Continuando o exercício para desenvolvimento do olhar crítico, estarei neste post comentando o  vídeo  sobre o objeto interativo do Uli...

    Continuando o exercício para desenvolvimento do olhar crítico, estarei neste post comentando o vídeo sobre o objeto interativo do Ulisses de Castro.

Objeto de Ulisses Alves de Castro



    Finalizando o exercício da crítica do objeto, cada aluno deveria também pensar em possibilidades de aprimoramento do objeto escolhido, ...

    Finalizando o exercício da crítica do objeto, cada aluno deveria também pensar em possibilidades de aprimoramento do objeto escolhido, utilizando um ou mais objetos de outros colegas. Minha ideia foi a junção do objeto do Túlio com os objetos de Ana Carolina Carvalho e Thais Colares:


    Em termos gerais, o objeto da Ana Carolina consiste num sólido hexagonal que possui espaços para que a pessoas coloquem suas mãos. No interior do objeto, no qual as pessoas não são capazes de ver, estão localizados sensores de pressão e LEDs, que ao serem acionados projetam luzes e as sombras das mãos na superfície superior da estrutura. 
    Já o objeto da Thais consiste em luvas com imãs espalhados nos dedos das mãos, que são usados em conjunto com diversas esferas com propriedades magnéticas, explorando a ideia da atração e da repulsão.
   Minha ideia para o objeto do Túlio seria aproveitar da exploração do toque e da impossibilidade de visão do objeto da Ana Carolina e das forças de atração e repulsão do objeto da Thais. Para isso, a estrutura hexagonal e os sensores da Ana Carolina seriam mantidos, sendo adicionado ao espaço interno diversas molas malucas que, além dos sensores de movimentos, teriam também imãs e reed switches acoplados, que também fariam parte do circuito de LEDs. A estrutura seria utilizada em junção com as luvas magnéticas. 
    Deste modo, ao explorar o interior do objeto, os sensores seriam ativados não só pelo toque, como também por magnetismo. A flexibilidade das molas também seria explorada através dos dois mecanismos, sendo que uma pessoa poderia tanto manipulá-la pelo toque como movê-la involuntariamente através das interações entre os imãs. As luvas também influenciam o contato entre as pessoas, sendo que uma mão poderia ser repelida ou atraída em direção à outra aleatoriamente. Desse modo, o conjunto dos movimentos gerados pelas mãos e pelas molas traria mais dinâmica ao ambiente de luzes e sombras gerado.


Croqui - Área de Serviço da Escola de Arquitetura da UFMG Local escolhido para a realização da intervenção

Croqui - Área de Serviço da Escola de Arquitetura da UFMG
Local escolhido para a realização da intervenção

Grupo: Hugo Nogueira, Paula Araújo, Rogério Ribeiro, Tayná Marques, Ulisses Alves e Verônica Christófaro.




Grupo: Hugo Nogueira, Paula Araújo, Rogério Ribeiro, Tayná Marques, Ulisses Alves e Verônica Christófaro.

"O conceito de espaço reúne o mental e o cultural, o social e o histórico." Henri Lefebvre     O espaço atua tanto como con...

"O conceito de espaço reúne o mental e o cultural, o social e o histórico."
Henri Lefebvre

    O espaço atua tanto como condicionante da sociedade como reflexo da mesma. Ao se apropriar de um dado espaço, um indivíduo ou grupo de indivíduos passam a atuar como agentes de transformação e parte íntegra desse local. 
    Diversas são as estratégias utilizadas por diversos grupos para se integrarem ao espaço, sendo que neste post destacaremos o Parkour, a Deriva, o Flaneur, os Rolezinhos e os Flash Mobs.


Parkour


    O Parkour é a prática da transposição dos obstáculos de um ambiente. Através do trabalho com a força muscular, concentração, determinação, persistência, e do uso manobras como escalada de muros, equilíbrio em corrimões, saltos sobre vãos, etc., o Parkour busca uma maior autonomia do corpo e mente e a exploração da relação do ser humano com o espaço ao seu redor.
"Interagimos e reaproveitamos o ambiente ao nosso redor. Não dependemos de equipamentos. Buscamos ser fortes. Negociamos com nossos medos. Saímos da zona  de conforto. Treinamos para ser e durar." - David Belle


Deriva

    A teoria da deriva é um dos trabalhos de autonomia do pensador Guy Debord. É uma técnica que procura entender o espaço em uma dimensão psicogeográfica - compreensão do espaço e de sua influência na natureza psíquica e emocional das pessoas.
    O objetivo da deriva é refletir sobre a cidade de modo psicogeográfico para estudar a transformação do urbanismo e da arquitetura. É como andar na cidade deixando com que o meio urbano molde o caminho, ficar à deriva do ambiente, e através dessa caminhada traçar um mapa com objetivo de observar o resultado obtido e perceber como todos somos agentes construtores da cidade.


Flaneur

    O termo  flâneur vem do termo francês flâner, que significa "passear". Está diretamente relacionado à obra de Charles Baudelaire, que caracteriza o Flaneur como aquele que anda pela cidade sem um compromisso ou objetivo para tal ato, e sim somente para experimentá-la através de seus sentidos.


Rolezinhos

    Provindo da gíria "rolê", que significa "dar um passeio", os rolezinhos consistem no encontro de uma grande quantidade de jovens, geralmente por lazer, em locais como shoppings e praças, sendo organizados principalmente através das redes sociais.
    Os encontros passaram a ganhar grande repercussão à partir do momento que os administradores dos shoppings e suas lojas se tornaram opostos ao evento, sob argumento de supostos delitos e furtos ocorridos nestes. Em vários casos houve repressão policial, que expulsava os jovens do local.Os rolezinhos continuam a ser promovidos hoje como forma de protesto contra o preconceito e a segregação social.


Flash Mobs

    Os flash mobs, abreviação do termo em inglês "flash mobilization", são constituídos por aglomerações instantâneas em um espaço para a realização de uma ação previamente combinada. O planejamento do evento se dá geralmente por meio de redes sociais, que possibilitam que uma grande quantidade de pessoas seja alcançada num curto período de tempo.
    Apesar de ser comumente utilizado como mera alternativa para o meio urbano, os flash mobs vem adquirindo carácter cada vez mais amplo, sendo utilizados como meio de expressão cultural, política e social, sendo como forma de protesto, de mobilizar a população para uma determinada causa ou reunir um grupo de pessoas com os mesmos interesses.








    Após a apresentação dos objetos interativos finalizados, houve um exercício em que cada aluno deveria elaborar uma crítica ao objeto in...

    Após a apresentação dos objetos interativos finalizados, houve um exercício em que cada aluno deveria elaborar uma crítica ao objeto interativo de um colega, analisando aspectos como interatividade e estrutura. O objeto sobre o qual comentarei é de autoria de Túlio Henrique Medeiros.

Objeto de Túlio Henrique Medeiros de Figueiredo Costa
    Apesar de num primeiro momento o objeto ser convidativo através de sua forma e suas cores, ele só consegue prender a atenção do usuário durante um curto período de tempo, isto devido principalmente à forma de sua interação, que consiste num único tipo de input (movimento) produzindo um único tipo de  output (luz), o que torna o objeto muito reativo.
    A interface consiste de um elaborado de molas-malucas, o que cria uma característica interessante: o fato de sua estrutura não ser pré-definida, possibilitando assim que o usuário molde e utilize o objeto de acordo com sua vontade. Apesar disso, a estrutura se mostra frágil em certos pontos, só sendo possível erguer o objeto apoiando-se em seu centro, visto que ao tentar segurá-lo em alguma de suas extremidades, existem grandes chances de o objeto partir-se ou despedaçar-se, o que compromete a interação e as possibilidades de uso.
    Outro ponto importante é que não existe estímulo à interação entre diferentes pessoas. A principal interação parece ser pessoa-objeto, visto que uma única pessoa consegue explorar o objeto em sua totalidade, não havendo algum acréscimo ou novidade à interação caso uma segunda pessoa participe da experiência.
    Pessoalmente achei a ideia de trabalhar com o movimento muito interessante, porém a fragilidade da estrutura e a falta de estímulo à uma interação entre mais pessoas acaba diminuindo sua performance. Desenvolvendo mais tais aspectos do objeto é possível então torná-lo mais dialógico e programático.

"O Modernismo usou a arte para chamar a atenção para a arte." Clement Greenberg     "Formas do Moderno" é um ...


"O Modernismo usou a arte para chamar a atenção para a arte."
Clement Greenberg


    "Formas do Moderno" é um passeio através das diversas fases do movimento, explorando as peculiaridades de diversos artistas e suas obras, datadas entre 1913 e 1970. Através de uma divisão em cinco núcleos, a exposição explora características marcantes do movimento em busca da reforma artística.
    A figura humana é o primeiro elemento explorado, sendo destaca em obras de artistas como Flavio de Carvalho e Lasar Segall. A presença do cubismo e sua geometrização é marcante, assim como as distorções em algumas das obras. Num segundo momento, a exploração do homem comum utiliza temas como festas de rua, a vida no campo e os tipos urbanos como foco, através de artistas como Di Cavalcanti e Portinari.
    A valorização de uma expressão mais pessoal e lírica é destacada em obras de Volpi e Pancetti, enquanto em Fiaminghi ou Flexor o ponto chave é a exploração da abstração, abrindo caminho para a posterior arte contemporânea. Finalmente, um último conjunto de obras revelam a busca da arte moderna pela exploração de seus próprios elementos, neste caso o estudo da cores e da cromática.






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